O Parque Sempre Viva, um dos orgulhos da cidade histórica de Mucugê, no coração da Bahia, é administrado por Euvaldo Ribeiro e acumula em seu histórico uma lista de premiações. O trabalho puxado é de domingo a domingo e é feito por uma equipe treinada e unida, que trata o parque e suas necessidades como um objetivo de coração, o que faz desse lugar ser um grande mérito por si só. Apoio político e respeito e admiração da comunidade faz com que nós, da Essências Florais Brasil - Chapada Diamantina, nos sentimos muito honrados em fazermos parte dessa história.
Segue abaixo uma entrevista com Euvaldo sobre as últimas novidades do Parque, dicas de educação ambiental e turismo e a apresentação básica do Projeto Sempre Viva.
O Parque Sempre Viva está na lista dos projetos turísticos modelo no Brasil hoje. Qual é a maior preocupação do parque?
A maior preocupação do parque é buscar a sustentabilidade da região e garantir que esta possa crescer de forma ordenada e sustentada. O desenvolvimento sustentável é aquele em que existe a preocupação não só econômica, mas também social, ambiental e cultural, e um dos papéis do parque é pregar e proporcionar que isto possa ocorrer de forma plena.
Vcs estão desenvolvendo o plantio da Singonantus mucugensis in vitro. Como é isso e qual a finalidade?
A Syngonanthus mucugensis é uma planta endêmica da região do entorno de Mucugê. Depois da exaustão das minas de diamantes, a população que vivia desta atividade passou a não ter fonte de renda e uma das alternativas encontradas foi a coleta e venda de flores secas (sempre vivas).
Esta coleta perdurou por mais de 40 anos, de 1960 até a década de 1990, mas o grande problema é que as flores tinham que ser colhidas antes que o processo de polinização fosse completado, portanto a reprodução estava sendo interrompida, e este foi o principal fator que quase levou a espécie a ser extinta.
Com a finalidade de livrar a espécie da extinção foi implantado o Parque, que desde o início em 17/05/1999 vem trabalhando com fiscalização e monitoramento de campos nativos com o objetivo de garantir que a espécie possa se reproduzir de forma natural preservando bancos genéticos. Depois de muita pesquisa a Universidade Estadual de Feira de Santana conseguiu dominar uma tecnologia de cultivo in vitru, que usa meio de cultura artificial (agar). A vantagem desta técnica é a grande facilidade de produzir clones e a estocagem de material vegetativo. O grande problema era transferir e adaptar as plantas no meio natural, somente depois de muitos testes, pesquisas e análises de solo descobriu-se que existia um processo de simbiose muito forte entre a sempre viva e alguns tipos específicos de solo (micorrizas), e somente com o isolamento e reprodução deste fungo para posterior inoculação no solo é que as plantas começaram a se adaptar, portanto a tecnologia de cultivo está pronta tanto in vitru quanto em ambiente natural (transplantada).
O objetivo é que a sempre viva possa voltar a ser uma fonte de renda de forma sustentável para a população da região e áreas naturais que estão muito degradadas possam ser replantadas. Apesar de pronta, a tecnologia ainda não foi transferida para o Parque Municipal de Mucugê, pois este precisa dispor de uma infraestrutura mínima para receber a tecnologia e esta ainda não foi conseguida.
Na Europa um pequeno buquê da Singonantus mucugensis pode ser comercializado por até 500€.
Vcs estão implementando essa nova trilha. O que é isso de fato e de que maneira beneficia o parque e seus visitantes?
A Trilha dos Polinizadores é um projeto que será implantado pelo Parque em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana e Universidade Federal da Bahia, com o apoio do LABEA e recursos da FAPESB. O objetivo é tematizar uma trilha colocando painéis ilustrativos e informativos, acerca dos polinizadores que ocorrem no parque tais como: abelhas, besouros, vespas, borboletas, morcegos, beija-flores etc., de tal forma que
visitantes e estudantes possam saber mais sobre estes fantásticos mantenedores da vida no planeta.
Cerca de 98% das plantas são polinizadas por “insetos”, geralmente tratados com descaso, mas o homem tem que se conscientizar que só está aqui por que estes “insetos” estão polinizando nossas plantas e garantindo o pão nosso de cada dia. Teremos para exposição no centro de visitantes do parque caixas entomológicas com coleções identificadas destes polinizadores.
As escolas locais serão conduzidas por estas trilhas de forma assistida sendo sensibilizados da importância dos polinizadores para a manutenção da vida no planeta, jogos educativos envolvendo esta temática serão confeccionados.
A importância deste projeto para o parque é muito grande, pois será mais um serviço diferenciado prestado por este, com melhorias estruturais e enriquecimento nas informações repassadas para o público visitante, que ganhará um grande presente sabendo mais sobre as riquezas animais e vegetais da região.
Como acontece o serviço de educação ambiental voltado para as escolas que visitam o parque? O que é ensinado? Como? Qual o impacto que vc acredita que isso gera nesses alunos?
Milhares de estudantes, oriundos de quase todas as regiões do país, já visitaram o parque e participaram de seus programas de educação ambiental. Durante a visita é ministrada palestra sobre a região abordando sobre seus aspectos históricos, geográficos, geológicos, fauna, flora, recursos hídricos, economia, conhecimentos gerais e atuais sobre a problemática ambiental no mundo. Estas informações geram grande impactos nos alunos professores e visitantes em geral pois o objetivo do parque é formar agentes multiplicadores destas informações. Outra semente que buscamos plantar é a de que vivemos em um país riquíssimo e que temos que cuidar desta riqueza pois o mundo a cobiça, e temos de fazer com que elas possam gerar e distribuir empregos e renda para o país de forma responsável, inteligente e sustentável.
Que tipo de serviços o parque apresenta hoje? Quais as atividades que disponibiliza?
O parque trabalha principalmente com a preservação e conservação de uma área de 540 hectares, presta serviços nas atividades de ecoturismo, turismo científico, pedagógico, cultural e estará em outubro de 2009 começando com o turismo de aventuras, possui um local apropriado para a prática de rappel já com equipamentos adquiridos e uma tirolesa em fase final de implantação. Dá apoio logístico a eventos organizados pelo poder público e trade turístico local, repassa informações climáticas para órgãoe e instituições de pesquisa, disponibiliza sua infraestrutura para pesquisadores inclusive alojamentos, conduz ecoturistas por trilhas na Chapada, organiza e executa busca e resgate de visitantes e moradores.
Quais são os passeios mais recomendados na região de Mucugê? O parque tem guias que oferecem esse serviço de levar a pessoa ao passeio?
98% dos visitantes de Mucugê e cerca de 70% do visitante da Chapada visitam o Parque.
Atualmente um dos atrativos mais procurados é a cachoeira do Buracão, Poço Azul, Vila de Igatú e cachoeiras Andorinhas e Tiburtino. O parque tem uma equipe de guias altamente treinados que contactados com antecedência podem conduzir pessoas ou grupos nos passeios.
Que conselho vc daria a alguém que quer viver com um foco mais acentuado na questão na sustentabilidade?
Escolha bem as coisas que compra, saiba de onde elas vem, quem as produziu, qual a preocupação social, ambiental e cultural está embutido neste produto, reveja os conceitos e as tentações da vida moderna.
De que maneiras escolas de outros estados podem agendar esse serviço de educação ambiental? Como proceder? Existe um pacote fechado?
O Parque não opera pacotes ainda, hoje uma operadora, hotel ou associação de guias conduz o grupo até o parque que assume o papel de recepcionar e fazer um tour assistido e orientado por suas instalações, geralmente as escolas agendam a visita por telefone
(75) 3338-2156
e-mail: projetosempreviva@uol.com.br I www.projetosempreviva.com.br
E para alunos mais velhos, universitários, o que vcs oferecem?
O programa de educação ambiental não é desenvolvido somente para estudantes de ensino médio, mas direcionado também para mestres, doutores e PHDS. Cursos avançados são oferecidos. Em parceria com a UFBA e Associação de Irrigantes, disponibilizamos duas versões do curso internacional de polinização que tem atraído pesquisadores doutores do mundo todo.
Explanações sobre geografia, geologia, relevo, solos e clima da região, utilizando imagens de satélite Landsat, e imagens Ikonus de altíssima resolução em breve estarão disponíveis.
Qual é a maior lição que vc aprendeu com a natureza nesses anos todos em que vc dirige o Projeto Sempre Viva?
A solução para todos os nossos problemas estão na natureza e estas são simples, nós é que temos a mania de complicar as coisas.
Contexto Histórico:
O município de Mucugê localizado na microrregião da Chapada Diamantina na Bahia, surgiu por volta de 1844, quando foram descobertas jazidas de diamantes nos leitos dos seus rios, provocando uma desenfreada corrida em busca de pedras preciosas, que mais tarde deu origem ao Ciclo Diamantífero que durou por mais de um século. O município possui uma área de 2.455 km² e apresenta uma população de aproximadamente 17.000 habitantes. A sede do município, devido um conjunto arquitetônico bem preservado e suas características coloniais, onde inclui a mais nobre relíquia do ciclo do diamante, o Cemitério Santa Isabel em Estilo Bizantino, um dos poucos do Brasil tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (ISPHAN, 1980). Mucugê também abriga 52% do Parque Nacional da Chapada Diamantina com grande potencial turístico natural e histórico.
Com o declínio do Ciclo Diamantífero, a coleta das sempre vivas exportadas principalmente para o Japão, Estados Unidos e Europa, tornou-se a principal atividade econômica das populações carentes de Mucugê e de seu entorno, que durou por mais de trinta anos. Devido a uma atividade de extração sem controle, a espécie foi dizimada em muitos campos, pondo em risco de extinção esta planta. Assim, o Parque Municipal de Mucugê/Projeto Sempre Viva veio com o propósito de proporcionar atividades de caráter sustentável para as pessoas que dependiam da coleta das flores para sobreviver, entre estas atividades estão o ecoturismo, o turismo pedagógico, científico-cultural, todas estas atividades visam o desenvolvimento sustentável da região a inserção e ascenção social, pois alem de inserir pessoas da região no mercado de trabalho oferece oportunidades para que estas possam estar sendo capacitadas para enfrentarem outros mercados de trabalho.
A área de preservação do Parque Municipal de Mucugê é estratégica para o abastecimento hídrico do Estado da Bahia, (Rio de Contas e Paraguaçú), constituindo a principal área de carga destes mananciais e apresenta fatores relevantes como espécies endêmicas. Este Parque é um produto do Projeto destinado a proteger ecossistemas de Refúgio Ecológico Montano de vegetação rupestre de domínio fitofisionômico, que apresenta uma espetacular flora descrita por Magalhães (1966, citado por Standard, 1995), cuja ocorrência é restrita a locais altos e de temperaturas frias. Em 1996, Harley & Simonns, estudaram e caracterizaram a flora de Mucugê, apresentando para a comunidade científica, a grande importância da área para os estudos botânicos. Nesta região ocorre um fenômeno raríssimo que os ingleses denominam de “species pump” dos campos rupestres, expressão que significa bomba geradora de espécies.
O Parque abriga ainda, um alto grau de endemismo, e diversos registros históricos do período diamantífero que ocorreu no Município de Mucugê. O trabalho árduo de uma massa de mão-de-obra em busca do diamante na Serra do Sincorá resultou em trilhas, tocas, muralhas e outras construções, alterando todo o relevo da região. Hoje, esse local revegetado naturalmente, compõe um belo cenário paisagístico e constitui um patrimônio histórico-cultural para o município. As cachoeiras do Tiburtino e Piabinha formam um belo conjunto cênico (entre os canyons formados nos leitos dos rios, muito típicos da Chapada Diamantina), representam atualmente grandes atrativos ecoturísticos.
A área que está inserida este projeto corresponde às imediações do Parque Nacional da Chapada Diamantina, onde são encontrados ecossistemas peculiares associados a patamares de altitude, com cotas superiores a 1.200 m, cuja vegetação predominante associa-se a campos de altitude (gerais) e domínios rupestres, conceituado por Clements (1949, citado pelo Governo do Estado da Bahia, 1993) como "Comunidade Relíquia", e por Veloso & Goes-Filho como "Refúgio Ecológico".
Todo este potencial está sendo utilizado para o desenvolvimento de pesquisas zoobotânicas, turismo pedagógico, científico, programas de educação e sensibilização ambiental onde tem atraído estudantes de várias regiões do estado e do país, também as escolas de todo o município de Mucugê tem sido contempladas com o programa de Educação e sensibilização ambiental desenvolvido pelo parque desde 1999.
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO PARQUE
1 - Programas de pesquisas zoobotânicas;
2 – Programas de educação e sensibilização ambiental;
3 - Programas de turismo científico e cultural;
Programas de Pesquisa zoobotânicas
As pesquisas foram iniciadas com a maior autoridade no conhecimento taxionômico de sempre vivas no mundo, que identificou a Syngonanthus Mucugensis Giulietti pela primeira vez em 1996. A botânica Dr.ª. Ana Maria Giulietti, caracterizando-a como uma espécie endêmica, alertando para os riscos de a espécie desaparecer. As pesquisas continuaram por outra pesquisadora da Universidade Estadual de Feira de Santana, Dr.ª Ana Lúcia Dorneles que orientou os pesquisadores, Janilza Paixão dos Santos e José Roberto dos Santos Silva que já publicaram duas teses: A Germinação e Micropropagação, Enraizamento e Aclimatização de Syngonanthus mucugensis Giulietti. (ou sempre viva de Mucugê). foi publicada outra pesquisa de grande importância para o cultivo de sempre vivas: A Fenologia, Polinização e Sistema Reprodutivo da Syngonanthus Mucugensis feita pela pesquisadora Carlianne Oliveira Cerqueira Ramos e orientada pela Profa. Dra. Lígia Silveira Funch.
Em 2008 a equipe do Horto Florestal da Universidade de Feira liderada pelo pesquisador José Raniere Santana tem previsão de estar concluindo a aclimatização das sempre vivas em meio de cultura natural o que definitivamente livrará a espécie da ameaça de extinção.
Atualmente o Parque tem formalizados dois convênios de pesquisa com a Universidade Federal da Bahia e com a Universidade Estadual de Feira de Santana o que viabilizou até o momento 35 trabalhos de pesquisas de fauna e flora da região.
Através de uma parceria técnico-comercial entre o Parque e a Pesquisadora Luciane Mello, foi desenvolvida uma linha de florais com as flores da Chapada Diamantina, que reverte parte dos recursos das vendas na melhoria da infra-estrutura do parque, e na capacitação de seus funcionários.
2.1 Educação ambiental
As atividades de Educação Ambiental iniciaram com programas escolares do Município, na campanha: “Mucugê na era da reciclagem”.
Pelo elevadíssimo nível de educação ambiental da população, o Município de Mucugê foi escolhido pela CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional da Bahia), para abrigar um projeto piloto da primeira usina de compostagem e reciclagem de lixo da Chapada Diamantina, que será ampliada, serviu de modelo para 20 outras já implantadas em municípios baianos. Hoje a cidade de Mucugê é uma das mais limpas da Bahia e do Brasil, em apenas 8 anos de trabalho de conscientização e coleta a usina conseguiu despertar ainda mais o senso de cooperação da população mucugeense e hoje mais de 50 % dela faz a seleção do lixo antes de disponibizá-lo para a coleta.
O Programa de Educação ambiental vem atingindo não só a comunidade local, mas também colégios públicos e particulares de muitos municípios do interior da Bahia, e colégios conceituados de Salvador, Recife, Aracajú, Fortaleza, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo (Colégio São Paulo, Potinari, Pan Americano, Hélios, Diplomata, Sartre, Damas, Boa Viagem, Contato, Apoio...). Este trabalho foi iniciado depois do firmamento de importantes parcerias com hotéis e agências de viagens o que vem possibilitando e trazendo anualmente milhares de estudantes para a região e colaborando grandemente para a geração de empregos e renda, contribuindo para a sustentabilidade da mesma e ajudando a torná-la ainda mais conhecida nacional e internacionalmente.
3.1 - Programas de turismo científico e cultural;
O programa de turismo científico é proporcionado principalmente em função dos trabalhos de pesquisa, pois estes viabilizam a produção e sistematização de informações científicas sobre a fauna, flora, recursos hídricos, geografia e geologia da região, estes trabalhos propiciam também que o meio científico conheça a região, pois são publicados em revistas científicas o que vem conduzindo profissionais do meio para a Chapada Diamantina a fim de conhecer mais sobre sua riquíssima fauna e flora principalmente.
O turismo cultural foi propiciado depois da implantação do Museu Vivo do Garimpo.
Três instituições foram envolvidas na formulação e montagem do Museu Vivo do Garimpo que são: o Museu Geológico da Bahia com sua participação técnica na elaboração do projeto museográfico; a Prefeitura Municipal de Mucugê, onde teve inicio as primeiras frentes de extração do diamante na Chapada, a qual está capacitada para sediar e ser a receptora e mantenedora do mesmo; e o Projeto Sempre Viva, o qual já dispunha de infra-estrutura que foi ampliada e adaptada para abrigar as diversas unidades do Museu Vivo:
A implantação do Projeto “Museu Vivo do Garimpo” justifica-se pela razão de resgatar parte da história do diamante. Deste modo, reconhece o papel desempenhado pela força de trabalho do garimpeiro, que na labuta do dia a dia, para a busca do dinheiro visando o sustento da família ou na ilusão de ficar rico, desempenhou um papel de grande importância social e econômica. Com isto, foi responsável pela exploração e desenvolvimento de riquezas para a região, além da expansão demográfica com a fixação do homem em seu local de origem e o desenvolvimento de diversos núcleos urbanos.
E a proposta de um Museu Vivo no lugar onde teve início a exploração do diamante na Chapada, reveste-se de uma precisão histórica no local onde teve inicio as explorações e daí se expandiu na região, tornando-se conhecida como “Lavras Diamantinas”.
Portanto:
“Resgatar a história vivenciando a atividade do garimpeiro é tornar-se espectador dos fatos”
Do ponto de vista administrativo a Prefeitura de Mucugê está desenvolvendo uma linha de ação turística voltada para o setor cultural, educativo e científico.
O objetivo deste projeto é difundir a cultura das atividades diamantíferas na Chapada Diamantina, através do Museu Vivo do Garimpo. Em particular tentar resgatar parte da história dos garimpeiros mostrando como tudo iniciou no local, o apogeu deste importante ciclo econômico do país, onde a Bahia, em especial a Chapada Diamantina, vivenciou um curto período de transformação e riqueza e cuja fase de declínio repercutiu na economia mundial.
Premiações
Em 2000 ganhou o prêmio da Gazeta Mercantil de Inovação Ambiental; em 2002, o prêmio FERFA (atual Bahia Ambiental) de meio ambiente promovido pelo CRA- Centro de Recursos Ambientais da Bahia, em 2003 ganhou o prêmio Superecologia na categoria flora governo, promovido pela Revista Superinteressante, importantíssimo prêmio de ecologia do Brasil “ESSA FLOR NÃO MORRE MAIS” Maria Fernanda Vomero.”Mafê” jornalista da super.
Em 2005 ganhou o concorridíssimo Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local, promovido pela Caixa Econômica Federal.
O Parque Municipal de Mucugê juntamente com a Prefeitura local não tem medido esforços para viabilizar a pesquisa, a inserção e ascensão social, o ecoturismo, a preservação dos recursos naturais da região a educação e sensibilização ambiental através de práticas sustentáveis.
Visite-nos e desfrute da história, dos encantos e de toda a riqueza natural da Chapada Diamantina.
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